domingo, 13 de maio de 2012

Capitulo 3 O Inicio



Leafar teve um dia tranquilo e muito alegre, o ultimo dia de aula é sempre assim e foi também o ultimo dia de aula do semestre de seu curso técnico. Já passam das 11:00 da noite(o curso técnico é noturno)
-Agora é só ir embora e descansar… Pensa Leafar. 
-De agora em diante nada de números binários, banco de dados , hardware, software por um bom tempo (o curso é de informática).
Leafar passa pela ponte que é a passagem para o seu bairro, a rua está vazia e quieta só se ouve o barulho de seus passos, o tempo está fresco, nem quente, nem frio,  mas o céu cheio de nuvens e provavelmente  irá chover em breve. Ele anda tranquilo e perto de chegar em sua casa, que fica em uma rua no alto de um morro, ele resolve cortar caminho por uma pequena trilha, subindo pelo morro por um terreno baldio e muda de percurso passando por uma parte mais escura do bairro. Leafar sempre passava pro ali quando queria pensar, pois , ali era alto e dava pra ver as luzes de toda a cidade e Leafar gostava de se imaginar voando pela cidade, seu sonho era poder voar. Antes de chegar aos pés do morro ele passa por um cãozinho ainda filhote mas já devia ter alguns meses, era bem tratado não sabia ao certo a raça mas ia crescer bem.
-Olá cachorrinho…Diz Leafar…
E começa a brincar com o cachorrinho. O cachorrinho gosta muito da brincadeira, fica muito feliz e começa a latir meio chorando de alegria e gostava muito dos carinhos de Leafar, que começou a correr e pegar o cachorrinho no colo e jogar coisas para ele buscar só que ele não entendia como se brinca assim e só pegava o graveto e corria feliz da vida, até que os dois ficam cansados.Até que começou a chover uma garoa fina e fria, Leafar se levantou e foi  indo embora e olhou pra traz e o cachorrinho começou a ir atrás dele seguindo-o pelo caminho com o rabinho entre as pernas olhando com vontade de ir junto.
-Puxa o que eu vou fazer agora? Não posso levar ele para casa…
-Já está tarde…
Leafar fica muito preocupado com o cãozinho e volta se ajoelha e faz um ultimo carinho no filhote. Nisso ele olha nos olhos do cachorrinho e começa a pensar em como aquele lindo filhote foi parar lá. Olha em volta e vê que bem perto dali está uma caixinha de presente   toda amassada e um pouco judiada, dentro tem alguns ossinhos roídos e o que parece ser  um convite para uma festa.. Leafar vê endereço e percebe que é da casa em que as pessoas se mudaram de lá a uns dois dias.. é onde  está a caixinha e então Leafar percebe o que aconteceu ao olhar nos olhos do cãozinho. 
Ele foi um presente para o garotinho da casa, mas o garoto se recusava  a brincar com ele. Por um tempo os pais desse garoto mimado, cuidaram do cãozinho mas perceberam que isso era um peso e apenas uma única vez brincaram com ele. Quando o colocaram de novo na caixinha e o deixaram na casa e se mudaram. Nem mesmo deram um nome a ele.
Leafar nunca entendeu muito bem o por quê, mas, sempre depois de olhar profundamente nos olhos de animais e pessoas que ele se importava, ele as entendia e simplesmente sabia o que aconteceu era como se ele visse tudo através dos olhos das pessoas e sentia tudo o que sentiam, via por onde haviam passado, por isso ele era muito procurado para se desabafar.Leafar era uma pessoa muito boa e ao olhar no seus olhos castanhos  você poderia ter certeza que alguém te entende e sabe o que você sente, é realmente algo único.







Depois Leafar com seu olhar de uma forma única que apenas Leafar entende, fez com que aquele cãozinho sentis-se pela primeira vez que alguém  se preocupa com ele que alguém queria bem dele, neste instante uma lágrima desce pelo seu olhar triste e com um pingo de conforto e volta para sua caixinha.




Leafar  volta para o seu caminho e enquanto passa pelo atalho começa a pensar que durante toda as ferias ele iria levar comida e agua para aquele cachorrinho. No meio do caminho dois sujeitos muito mau encarados passam por ele. Leafar não os conhecia mas sabia que não  eram as melhores pessoas da terra. Eram bem conhecidos do bairro, usavam drogas, batiam nas pessoas gostavam de dizer que curtiam a “vida loca”.
Mas passaram direto por Leafar que era grande e imponente com seus 1,89 de altura que inpunham certo respeito as 11:55 da noite. Quando Leafar está chegando em cima do morro escuta no silencio da madrugada as vozes dos 2 sujeitos dizendo alto e com tom de superioridade comum entre este tipo de pessoas:
-Ai mano!! Olha só para você ver o que faço com essa peste!!!
Neste momento o coração de Leafar começa a bater mais rápido, e com um gelo descendo sua coluna ele para e raciocina em questão de segundos, que pela voz  e o tempo que passaram por ele que estavam perto da casa onde estava o cãozinho.
Instantes depois escuta os gritos o cachorrinho ,  chorando alto, o latido de filhote e se vira e começa a descer o morro e  houve barulho de pauladas batendo em algo e depois houve um ultimo latido longo e doloroso e as vozes dando gargalhadas e  gritando:
-Boa mano  ha ha ha isso ai véi.
Nisso vem a sua memória os gritos que ouvira naquele sonho que já tivera tantas vezes, seu coração se enche de raiva e ódio e sente a raiva tomando conta de seu corpo e não sente mais os pingos da chuva  e então começa a correr bem rápido na direção das voz e então ele olha e ve de longe sua visão começando a ficar escura, o sangue ferver e chega perto e então……
Leafar  acorda em sua cama, molhado de suor.
- O quê? foi… um sonho? 
-O quê aconteceu? 
Muito confuso Leafar fica na cama. Ainda com o coração disparado mas sem raiva, Leafar fica uns instantes tentando se lembrar  se algo realmente aconteceu ou se foi só um sonho… Era a primeira vez que se sentia assim mas faz muito tempo que algo assim acontecera… Só havia se sentido assim após de acordar daquele sonho.
Enquanto ainda pensava viu seu pai no quarto com pressa.
-Leafar.......Leafar.... Acorde!!! Venha ver o que aconteceu aqui perto de casa. Saiu até na televisão!!
Ele sai do quarto e aponta a o dedo para a tv da casa na sala.
Leafar muito curioso se levanta e vai ver. Ele vê que é perto mesmos de casa bem perto do terreno por onde ele passa para ir e voltar do curso técnico e a repórter mostrava e dizia.

-Noticia urgente! Dois homens foram encontrados em estado grave em estado de choque. Estão sendo encaminhados para a UTI.”
O rapaz que os encontrou diz: 
-Estranho nunca vi nada igual eles parecem estar mais com medo do que machucados.
-Estavam em estado de choque completamente apavorados, com olhos fixos no nada e tremendo e chorando muito... Não piscavam... Você ficaria com muito medo só de olhar nos olhos deles..
Nisso Leafar tem alguns flash(s) dele correndo atrás dos homens na noite passada e depois deles sendo jogados e gritando apavorados...
Continuando vendo a reportagem.. O repórter mostra imagens do local, em volta estava tudo parcialmente destruído, com marcas de garras, tinha janelas despedaçadas, carros com a pintura gasta, e metais retorcidos...
-Não é possível! Será que realmente aconteceu?
Depois sai para ir comprar pão para tomar café, e quando está voltando ele vê o cãozinho da noite passada passando por lá bem alegrinho e contente…
Então ele teve a certeza de que algo aconteceu a noite passada e ele começa a se lembrar das muitas vezes que ele se sentiu daquele jeito e dos acontecimentos estranhos que aconteciam quando ele se sentia assim.
Ao entrar em casa encontra os pais assustados e olhando para uma carta. Mas não era uma carta comum, era do estilo daquelas cartas que se vê em filmes, com um papel diferente e no centro um estranho símbolo que parecia ser um brasão de família.
Ao ver o símbolo o coração de Leafar dispara, pois ele já havia visto aquele símbolo antes. e não era em filmes ou associado a algo bom  era o mesmo símbolo que se via nos seus piores pesadelos, era o símbolo que ele via nas paredes da mansão onde se ele teve os piores e mais reais sonhos que até hoje o assombraram a vida toda.
mas o que será que tem naquela carta? Por que os pais estão o com ela e assustados??
não perca o próximo capitulo de “Leafar”

terça-feira, 8 de maio de 2012

Capitulo 2 Crescimento de Leafar


Crescimento de Leafar 

O tempo passou as  pessoas com o tempo se esqueceram do ocorrido e nunca imaginaram que houvesse alguma ligação entre Leafar e as coisas que aconteceram naquela noite. Os pais de Leafar ficaram seriamente preocupados, pois, sabiam que Leafar era diferente mas, não sabiam o quanto. Então decidiram seguir o conselho de Draco que disse seriamente que deveriam cuidar e educar Leafar como uma pessoa boa, pois, as consequências seriam “drásticas para todos”. Mas será q esse todos se referia à família?Ou mais pessoas seriam afetadas?
À medida que crescia Leafar seguia sempre sendo uma ótima pessoa, mas as vezes quando sentia muita raiva por algum motivo as luzes piscavam e coisas aconteciam, mas sempre ele se esquecia do que aconteceu e seus pais cuidavam para que ninguém suspeita-se de nada. Mas Leafar era uma pessoa tão doce que era impossível ligar os acontecimentos sombrios  com  este garoto. Parecia que o bem fluía de dentro dele, as pessoas se sentiam mais felizes, seu sorriso era lindo e reconfortante, seus amigos e amigas se sentiam completamente a vontade para conversar com ele. Ele tinha grande empatia, conseguia ver e entender o que a pessoa sentia, apenas olhando no fundo de seus olhos, e isso tornava muito fácil para qualquer pessoa contar lhe contar qualquer coisa, pois, sentiam que ele as compreendia, e se esforçava sinceramente em ajudar qualquer um que venha lhe pedir algo. As pessoas sentiam algo único ao conversar com Leafar e ser encarado por aqueles profundos olhos castanhos.
Os animais não o atacavam e parecia que o mais feroz cão de guarda ficava dócil com ele. Era muito diferente  de qualquer outra criança era quase angelical,não via maldade nas pessoas e acreditava que todos eram bons e que existia a bondade dentro do coração de todos e que era só procurar para ver isso. Acreditava viver em uma grande história  iguais as que seus pais contavam a ele desde a infância e que coisas ruins não aconteciam e que tudo era bom e alegre, vivia sempre na mais pura inocência.
Mas as coisas não eram como em contos de fadas a vida é muito mais dura do que em histórias. Leafar crescia e passava a ter mais raciocínio e discernimento das coisas o mundo, de pessoas e como o mundo era um lugar cruel. Na escola e no colégio era motivo de piadas, como ele tentava fazer o bem a todas as pessoas era muito caçoado , se negando a dizer palavrões, se negado a caçoar de gordinhos, não fazendo as maldades "normais" da escola as outras crianças  viam que era diferente e era bem visto pelos professores e adultos , pois era inteligente acima da media, sempre pensava mais que os outros e era como se fosse um adulto pequeno.
Em pouco tempo virou alvo dos alunos de sua escola e cresceu sendo o garoto mais zoado do colégio e da vizinhança. apesar de ser maior  e claramente mais forte que os alunos que o humilhavam constantemente, não revidava, pois, sabia que mais do que os outros , se ele perdesse a cabeça poderia ter serias consequências sérias, pois, ele era mais forte  do que a média e a ultima coisa que gostaria era de ser igual a eles, pois, desprezava  suas atitudes e estava decidido a nunca ser igual a eles.

À medida que crescia era cada vez mais humilhado na escola e como não revidava logo era muito mais zoado do que o resto da escola. Depois de um tempo  até mesmo aqueles que ele ajudava depois se aproveitava de uma oportunidade para parecer igual a “todo mundo”  e faziam brincadeiras de péssimo gosto com ele. E isso foi criando uma raiva muito grande em seu interior, um ódio muito profundo que foi crescendo e sendo guardado em seu coração, uma raiva tão grande que vinha a tona sempre que ele se irritava(o que era muito raro) foi criando dentro dele uma fera, e quando ele ficava nervoso para valer, as luzes de onde ele estive-se piscavam, e seus olhos ficavam sombrios, ele nunca revidava, mas quando ele realmente ficava nervoso, bastava um único olhar para quem o estava provocando, que a pessoa sentia um medo incomum percorrer todo seu corpo, gelando suas veias, e fazendo perder as forças, era algo realmente sombrio, seu olhar penetrava bem fundo na pessoa, era como se pude-se ver o interior da pessoa, como um predador olha uma presa antes de uma caçada, os garotos sentiam que se ele fosse em sua direção ou realiza-se o que desejava fazer com eles, nada poderia salva-los. uma experiencia que poucos presenciaram, mas que com certeza nunca se esqueceriam. Mas ele persistia em não soltar essa raiva. 

Mas Leafar cresceu, bem e se tornou um belo jovem, alto, forte, maduro seus cabelos negros e olhos castanhos claros, quase cor de mel e um sorriso perfeito. Mas não sabia que era bonito ainda tinha gravado na mente e na memória  as “brincadeiras do colégio” e era tímido com as garotas, especialmente as bonitas, quando tinha que falar com uma suas pernas tremiam e era quase impossível disfarçar seu nervosismo, ele era um garoto puro de coração, e não sabia disfarçar e muito menos mentir. Tinha um forte senso de justiça e nunca fazia mal a ninguém. Era super inteligente e tinha uma memória excelente, se destacava em todas as provas que fazia, e tinha um pensamento lógico impecável. Mas apesar de tudo ele era humilde, nunca esnobava alguém ou se fazia parecer melhor do que os outros.
Até que cresceu e se tornou um jovem de 17 anos e foi no último dia de escola do terceiro colegial com um futuro incerto, mas, provavelmente brilhante pela frente que tudo começou para ele.

domingo, 29 de abril de 2012

Capitulo 1 : Na Infancia


 

Na Infancia


Já passa da meia noite,  a uma tempestade lá fora, raios relâmpagos  iluminam todo o quarto, o som de trovões cortam o silencio da madrugada todos  estão dormindo menos um garoto, de 5 anos de idade, que após ser acordado de repente por um trovão não consegue mais dormir. Como toda criança nesta situação, (acordado de madrugada sozinho) ele não consegue dormir, mas se recusa a admitir  que está com medo e não vai para o quarto dos pais. Começa a observar os brinquedos do quarto, e fica deitado olhando para o nada. Muito curioso começa a se lembrar de algumas cosias que ouviu durante o dia,  se lembra de um homem grande e com um sobre tudo marrom  escuro que conversou  com seus pais, não é a primeira vez que o viu mas nunca conversou com ele e parece que seus pais não querem dizer nada a ele sobre o tal homem, se lembra de  ter ouvido algo como:” Tomar cuidado com ele” ,”Lhe ensinem a ser bom” , “Não o deixe desprotegido” , “Ele não é como os outros” …
O que será que queriam dizer?  pensa Leafar. Pode ser apenas frases de algum filme ou algo do tipo mas aquelas palavras realmente  mexeram com a cabeça de um menino de 5 anos de idade. E o silencio da noite sendo constantemente sendo cortado pelos grandes estrondos da tempestade ele já com muito sono fica com medo e sente algo estranho, de repente as luzes da tempestade demorar mais para  se desfazerem e ele podia ver claramente o quarto durante alguns segundos  e cada brinquedo, cada pequena mancha na parede e começa a vir uns flashs na sua mente ele começa a ter um terrível pesadelo e não era como um sonho comum, era bem real.
 Começa a vir em sua mente imagens de um bebê sendo carregado por uma bela mulher ele não conseguia se lembrar do rosto da mulher, mas só aquela imagem já lhe trazia prazer e bem estar como se tudo fosse alegria e não existissem problemas o sorrizo era terno e acalmava tudo em volta era capaz de mostrar a pura bondade do mundo e tudo era bom e sublime .De repente a situação muda e ele via a mulher correndo com o bebê e entregando ele a um casal com uma capa e a mulher da um curto sorriso para o bebê tudo parou em volta como se ela sentisse que algo estava para acontecer e uma lágrima rolou sobre eu rosto e então  o casal foge bem rápido e se esconde por uma passagem secreta em uma mansão e enquanto eles fogem  tudo fica escuro e só se ouve alguns passos pesados e uma respiração horripilante, como se fosse de a respiração de um animal  muito cansado e furioso e de repente parecia que a alegria e todo o bem estar do local foi transformado  em  medo e podia sentir o ódio através de cada respiração da criatura parada do lado de fora da passagem onde o bebê e o casal estava escondido e só havia medo e raiva e parecia que toda a bondade fora transformada em medo e pânico, podia  sentir que não havia nada no local apenas medo e raiva,  parecia ter  forma de humano mas só isso por entre algumas frestas da parede onde estavam escondidos passou a criatura com terríveis olhos vermelhos e depois só se ouvia os gritos da mulher, gritos que faziam qualquer respiração parar, o próprio batimento do coração parecia diminuir de tanto medo e pavor  os gritos da mulher pareciam que duravam para sempre e algumas manchas de sangue sujaram a parede e então…..
- Calma meu filho acorde….  Leafar acalme-se..
Leafar estava gritando  desesperadamente e é acordado pelos seus pais. Quando acorda ele teve a impressão de cair no colo de seu pai e havia lágrimas nos seus olhos  o pai de Leafar olha com certa apreensão para os olhos de Leafar e depois de breve exitação o acalma. Olhando em volta e ainda em certa transe volta ao normal e fica aliviado de estar sonhando mas foi o sonho mais real que já tivera.
Em alguns instantes o pai de Leafar olha em volta e o quarto está praticamente destruído com rachaduras nas paredes, o ferro da janela retorcido,e o vidro de toda a vizinhança tinha sido despedaçado, e as luzes da rua tinham sido estouradas e queimadas  como se fosse uma sobrecarga de energia os cães estavam parados em suas casinhas e chorando de medo  depois foi visto que os estragos tinham se alastrado por todo o bairro e quase toda a cidade.
Certo tempo depois as autoridades chegaram a conclusão que foi a maior tempestade de raios que já houve  na região, sem entender, pois, as previsões  eram para uma tempestade comum, com o tempo  foi reparados os danos, e os acontecimentos foram esquecidos...

Introdução


Introdução:
Segredos… todos nós temos. Alguns fúteis, como algo que fizemos e ninguém nunca descobriu. Outros que são o alicerce de famílias e impérios. Muitos dizem que por de traz de cada grande riqueza se esconde um crime perfeito. Há aqueles que são ocultos. Porém, toda a história é mantida por segredos.
Quando segredos são escondidos, seus integrantes tornam-se heróis ou bandidos. Mas com o tempo acabam por se tornar histórias e mitos caóticos. A verdade acaba por ser escondida, resultando em lendas.
As maiores histórias são as que escondem grandes segredos, são histórias de guerras, heróis, donzelas. Histórias que com o tempo tornaram-se lendas, lendas de personagens esplêndidos, desde os elfos, as fadas, os príncipes, até mesmo vultos.  Histórias há muito esquecidas que escondem segredos, que poderiam fazer a própria história da humanidade ser reescrita, aquelas histórias com as quais você sempre quis acreditar ser verdadeiras, histórias incríveis que fizeram nascer as principais lendas e mitos da humanidade. Histórias essas que foram escondidas e se tornaram grandes segredos, e foram, cujo o tempo escondeu e que logo se tornaram lendas. E uma destas é a que você descobrirá agora.